sábado, 31 de janeiro de 2009
Cronos e Kairós
O tempo não existe, é apenas um modo de cronômetrar a quantidade de oportunidades desperdiçadas com futilidades.Desviados pelo cronos, de que tudo deve estar pronto quando determinamos estar! Esquecemos o envolvimento evolucionário de uma magnitude de pensamentos, sentimentos, aprendizagens, para o êxito final!Inventamos o carrasco do relógio, que tentar medir de forma infundada cada batida do coração e cada passo em direção ao incalculável.Humanos... Meramente Humanos!O verdadeiro, á sim! Kairos. Sublime e discreto, tão quanto intenso...Para o guerreiro puro e verdadeiro, ele retira o chicote da mão do carrasco tempo.E então diminuímos os passos e os batimentos, tornando-nos importunos e apreciadores do jogo do viver...Antes escravos frustrados e ansiosos... Hoje divindades serenas,olhando para um alem místico e romântico...Voltando a acreditar nos velhos valores.E assim percebemos que o tempo que cobramos para o acontecimento dos fatos e oportunidades é falsário e irreal. Pois para tudo existe um tempo certo, um momento oportuno!Respire fundo, e prepare-se, pois um dia acontecera!
Tanto desejo desejado
Tanta coisa imaginada
Tanto sentimento não sentido
Olhar e não ver nada
Olhar e ver a escuridão
Escuridão que reflete meu interior
Da luta, a derrota
Do amor o sofrimento
Da lembrança, a vontade de ter feito
Disto, aquilo
Daquilo isto
Do sonho a realidade
Da realidade a ilusão
Do querer, mas não poder
Da ação, o erro
Da vida vivida, do arrependimento de não ter acontecido.
Tanta coisa imaginada
Tanto sentimento não sentido
Olhar e não ver nada
Olhar e ver a escuridão
Escuridão que reflete meu interior
Da luta, a derrota
Do amor o sofrimento
Da lembrança, a vontade de ter feito
Disto, aquilo
Daquilo isto
Do sonho a realidade
Da realidade a ilusão
Do querer, mas não poder
Da ação, o erro
Da vida vivida, do arrependimento de não ter acontecido.
Entender
Não sei se o entender me é esclarecido, ou se é os outros que não entendem a minha forma de entender!
Pois sentidos busco nas coisas, mas sentido algum encontro!
E desta busca incessante de saber algum, duvidas é o que surgem, e destas, algumas encontro soluções, porem outras não!
Esta talvez seja minha sina!
Digo-lhes sina, pois estas duvidas causam feridas no meu ser, em minha alma.
Angustia interrompe meu descanso, angustia comanda meu pensamento angustia confunde meu sentimento!
Hora tudo está em seu devido lugar como se algo jamais tivesse acontecido. Talvez pelo acaso, ou por um gesto, uma lembrança uma imagem, faz voltar a minha mente este turbilhão de duvidas!
Talvez uma conspiração de meu ser?
Tento juntar tudo e formo teorias das quais nenhuma adianta-me algo, mesmo assim tento apoiar-las. Não sei bem o porquê. Por talvez um conforto, uma tentativa de encontrar um porem, uma tese para achar a solução?
Quando me pergunto quem sou não sei responder, pois até isto tento achar em meio as duvidas.
Vivo no acaso, vivo pela sorte, jamais afirmo algo com complexa certeza, pois minutos após posso mudar minha forma de ponderar os fatos e enganando-me de estar certo, cuja estar certo não sei se posso algum dia disser que estive?
Hora penso algo, outrora mudo completamente minha forma de pensar, sendo que pensar seja algo do qual uso para dissolver duvidas, das quais servem de combustíveis para mais e mais inquietações.
Quando chegarei há algum lugar? Não sei! Talvez seguirei pista por pista e lugar algum cessarei minha jornada, ou cessarei sem coisa alguma encontrar!
Mas como eu disse talvez está seja minha sina, nem melhor nem pior que qualquer outra, é apenas a sina de um buscar infinito de conclusão alguma!
Pois sentidos busco nas coisas, mas sentido algum encontro!
E desta busca incessante de saber algum, duvidas é o que surgem, e destas, algumas encontro soluções, porem outras não!
Esta talvez seja minha sina!
Digo-lhes sina, pois estas duvidas causam feridas no meu ser, em minha alma.
Angustia interrompe meu descanso, angustia comanda meu pensamento angustia confunde meu sentimento!
Hora tudo está em seu devido lugar como se algo jamais tivesse acontecido. Talvez pelo acaso, ou por um gesto, uma lembrança uma imagem, faz voltar a minha mente este turbilhão de duvidas!
Talvez uma conspiração de meu ser?
Tento juntar tudo e formo teorias das quais nenhuma adianta-me algo, mesmo assim tento apoiar-las. Não sei bem o porquê. Por talvez um conforto, uma tentativa de encontrar um porem, uma tese para achar a solução?
Quando me pergunto quem sou não sei responder, pois até isto tento achar em meio as duvidas.
Vivo no acaso, vivo pela sorte, jamais afirmo algo com complexa certeza, pois minutos após posso mudar minha forma de ponderar os fatos e enganando-me de estar certo, cuja estar certo não sei se posso algum dia disser que estive?
Hora penso algo, outrora mudo completamente minha forma de pensar, sendo que pensar seja algo do qual uso para dissolver duvidas, das quais servem de combustíveis para mais e mais inquietações.
Quando chegarei há algum lugar? Não sei! Talvez seguirei pista por pista e lugar algum cessarei minha jornada, ou cessarei sem coisa alguma encontrar!
Mas como eu disse talvez está seja minha sina, nem melhor nem pior que qualquer outra, é apenas a sina de um buscar infinito de conclusão alguma!
terça-feira, 27 de janeiro de 2009
?
Vou pegar um dobram e correr até a próxima loja de ilusões!
Senhor por favor venda-me o irreal !
Suplicai-vos a angustia do imperfeito!
Ajoelho a ti, dei-me a visão do inimaginável!
Sangro ao ver esse mundo padronizado.
Julgo este niilismo, pois eu devo dizer qual é o grau supremo!
Mais um pouco por favor...
Eu chegarei lá.
Mas agora não interrompa minha dança!
Senhor por favor venda-me o irreal !
Suplicai-vos a angustia do imperfeito!
Ajoelho a ti, dei-me a visão do inimaginável!
Sangro ao ver esse mundo padronizado.
Julgo este niilismo, pois eu devo dizer qual é o grau supremo!
Mais um pouco por favor...
Eu chegarei lá.
Mas agora não interrompa minha dança!
Matrix
Tornar o paralelo real!
Trocar a realidade pelo ilusório.
Sentir o calafrio do desprendimento subir e descer centenas de vezes até alcançar a inversão da inércia!
Eu sorrio, sorrio por traz de min... Pois constato a loucura da imaginação, de quem apóia á vida terrena. E me chama de paranóico ?
Paranóico são todos vocês que vivem na paranóia de suportar o visível, de sustentar o previsível!
Quando a gota de orvalho se desprendeu da tempestade celestial e caiu sobre minha fronte, deixei de viver pelos mesmos motivos.
Deixei de caminhar pelos mesmos caminhos.
De olhar com os mesmos olhos.
De julgar com os mesmos parâmetros!
E hoje eu sorrio.
Batuques tribais tração a trilha sonora de meu cotidiano. Somente aumentado pela adrenalina do correr sangüíneo em meu hospedeiro carnal...
Eu sorrio.
Erguer-se da posição ajoelhada, e agradecer pelas feridas que a brasa causou. Por isso sou hoje, desprendido do passado profano e admirador de um futuro incerto, mas real!
Eu sorrio.
Trocar a realidade pelo ilusório.
Sentir o calafrio do desprendimento subir e descer centenas de vezes até alcançar a inversão da inércia!
Eu sorrio, sorrio por traz de min... Pois constato a loucura da imaginação, de quem apóia á vida terrena. E me chama de paranóico ?
Paranóico são todos vocês que vivem na paranóia de suportar o visível, de sustentar o previsível!
Quando a gota de orvalho se desprendeu da tempestade celestial e caiu sobre minha fronte, deixei de viver pelos mesmos motivos.
Deixei de caminhar pelos mesmos caminhos.
De olhar com os mesmos olhos.
De julgar com os mesmos parâmetros!
E hoje eu sorrio.
Batuques tribais tração a trilha sonora de meu cotidiano. Somente aumentado pela adrenalina do correr sangüíneo em meu hospedeiro carnal...
Eu sorrio.
Erguer-se da posição ajoelhada, e agradecer pelas feridas que a brasa causou. Por isso sou hoje, desprendido do passado profano e admirador de um futuro incerto, mas real!
Eu sorrio.
A realidade foi despojada de seu valor
Como ter esperança ?
Como pensar no amanha e ver uma mudança?
Á única esperança que perpetuará, será a esperança no infundado.
A realidade foi despojada de seu valor, de seu sentido de sua veracidade, justamente no mesmo grau em que foi falsificado um mundo ideal... O ”mundo verdadeiro” e o “mundo aparente”. A mentira do ideal foi, até agora, a blasfêmia contra a realidade; á própria humanidade foi enganada por ela e tornou-se falsa até o mais baixo de seus instintos - a ponto de adorar os valores inversos como se fossem aqueles com os quais ela poderia garantir para si a prosperidade, o futuro, o direito ativo ao futuro.
Defendem e seguem valores inexistentes... E por esses ideais que a sociedade nos oprime!
É com base nesses valores infundados que calam os nossos corações.
Calam o que realmente é verdadeiro, fundado e que se encaixa com nosso cotidiano, com nossa realidade.
Moldam-nos a replica grosseira e mesquinha de moldes imaginários de modelos sociais inviáveis... Cuja teimosia os trouxeram até aqui, mas á pergunta é: Aonde nos levaram?
Para apoiar esse plano, basta silenciar perante os acontecimentos...
Hilário seria se não fosse dramático, A maior fraude da historia! E ainda sim, pouco isso importa... Pois nossas mentes estão tão apegadas á esses conceitos, que se torna difícil á compreensão. E a mudança....
Como pensar no amanha e ver uma mudança?
Á única esperança que perpetuará, será a esperança no infundado.
A realidade foi despojada de seu valor, de seu sentido de sua veracidade, justamente no mesmo grau em que foi falsificado um mundo ideal... O ”mundo verdadeiro” e o “mundo aparente”. A mentira do ideal foi, até agora, a blasfêmia contra a realidade; á própria humanidade foi enganada por ela e tornou-se falsa até o mais baixo de seus instintos - a ponto de adorar os valores inversos como se fossem aqueles com os quais ela poderia garantir para si a prosperidade, o futuro, o direito ativo ao futuro.
Defendem e seguem valores inexistentes... E por esses ideais que a sociedade nos oprime!
É com base nesses valores infundados que calam os nossos corações.
Calam o que realmente é verdadeiro, fundado e que se encaixa com nosso cotidiano, com nossa realidade.
Moldam-nos a replica grosseira e mesquinha de moldes imaginários de modelos sociais inviáveis... Cuja teimosia os trouxeram até aqui, mas á pergunta é: Aonde nos levaram?
Para apoiar esse plano, basta silenciar perante os acontecimentos...
Hilário seria se não fosse dramático, A maior fraude da historia! E ainda sim, pouco isso importa... Pois nossas mentes estão tão apegadas á esses conceitos, que se torna difícil á compreensão. E a mudança....
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