terça-feira, 27 de janeiro de 2009

Matrix

Tornar o paralelo real!
Trocar a realidade pelo ilusório.
Sentir o calafrio do desprendimento subir e descer centenas de vezes até alcançar a inversão da inércia!
Eu sorrio, sorrio por traz de min... Pois constato a loucura da imaginação, de quem apóia á vida terrena. E me chama de paranóico ?
Paranóico são todos vocês que vivem na paranóia de suportar o visível, de sustentar o previsível!
Quando a gota de orvalho se desprendeu da tempestade celestial e caiu sobre minha fronte, deixei de viver pelos mesmos motivos.
Deixei de caminhar pelos mesmos caminhos.
De olhar com os mesmos olhos.
De julgar com os mesmos parâmetros!
E hoje eu sorrio.
Batuques tribais tração a trilha sonora de meu cotidiano. Somente aumentado pela adrenalina do correr sangüíneo em meu hospedeiro carnal...
Eu sorrio.
Erguer-se da posição ajoelhada, e agradecer pelas feridas que a brasa causou. Por isso sou hoje, desprendido do passado profano e admirador de um futuro incerto, mas real!
Eu sorrio.

Um comentário:

Anninha Peinhopf disse...

Owwwwwwww! Que bonito este =)
E sabe o que eu acho? Enconstrastes o plasma!